Curso de Representação Televisão e Cinema | 3 anos

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O curso de REPRESENTAÇÃO PARA TELEVISÃO E CINEMA – 3 ANOS destina-se a quem quer ter uma formação profunda e intensiva na óptica da profissionalização. Curso de formação intensivo e eminentemente prático.

Este curso conta com alguns dos melhores profissionais que neste momento trabalham nas melhores produtoras portuguesas de audiovisual, tal como Iolanda Laranjeiro, Paulo Ferreira, Manuel Pureza, Marco Medeiros, André Badalo, Francisco Antunez, Carla Chambel, entre outros.

| Condições de Admissão |

Audição e Entrevista: 80€

Valor dedutível na 1ª mensalidade em caso de aprovação e realização de matrícula.

Próxima audição: 8 de Setembro

Informações Gerais

Início do Ano Lectivo 2020-2021: Outubro 2020

Duração da Formação: 570 horas/ano

Horário: Das 19h00 às 23h00

Investimento: Matrícula + 10 mensalidades de 295€

Plano Pedagógico | 1º ano

Interpretação I e II
Corpo I e II
Voz I e II
Filosofia aplicada ao autor
História da Representação I e II
Procedimentos Profissionais

Plano Pedagógico | 2º ano

Interpretação III e IV
Movimento I e II
Voz III e IV
História da Representação III
Laboratório I e II
Psicologia do Actor e da Personagem

Plano Pedagógico | 3º ano

Interpretação V
Movimento III
Voz V
Gestão da Carreira
Produção Final

– Ferramentas de representação do actor: corpo, voz, emoção, imaginação, criatividade, memória;

– Processos psicológicos de representação, aquisição de técnicas individuais;

– Práticas teatrais: observação, improvisação, trabalho em grupo, cena e contracena;

– Análise e interpretação de textos (monólogos / cenas colectivas);

– Os principais métodos de representação veiculados através da História do Teatro (Stanislasvi, Artaud, Grotowski, Chekhov, Peter Brook, entre outros);

– Os principais métodos de representação para Cinema e Televisão que se firmaram ao longo dos tempos (Michael Chekhov, Lee Strasberg, Stella Adler, Meisner, etc);

Multicâmara- Sistema de 3 câmaras utilizado em Televisão, na gravação de telenovelas e séries. 

Director de actores ensaia uma cena de novela/série

Realizador grava a cena trabalhada anteriormente pelo Director de Actores e analisa a gravação.

3 duplas de Director de actores/Realizador – Para que o aluno tenha acesso a processos de trabalho diferentes

Os Directores de Actores e Realizadores são profissionais no activo, tornando-se assim “olheiros” e potenciais empregadores.

Preparação para o Projecto final. Leitura e análise emocional do guião. 

Construção das personagens. Ensaio do guião.

– Aplicação prática das técnicas de representação e da dramaturgia de cenas ao dispositivo do Teatro, do Cinema e da Televisão;

– Experimentação de diferentes exercícios e técnicas de representação;

– Trabalho sistemático sobre cenas individuais e colectivas com registo de imagem e visionamento de resultados para análise e melhoramento;

Rodagem do filme (curta/média metragem) cujo o guião foi escrito pelos alunos no 1º semestre. A gravação do filme estará a cargo de um Realizador de cinema.

Relação do movimento com o trabalho em Cinema / Televisão

Aplicação de todos os conhecimentos ao trabalho final

– Condicionamento Físico

– Vocabulário Inicial

– Ritmo

– Criação da Forma

– Respiração

– Coordenação

– Espaço

– Suspensão

– Equilibrio e desequilibrio

– Trabalho de Centro

– Condicionamento Físico II

– Dinâmicas de Movimento

– Cinesiologia

Composição e construção

– Improvisação

– Aplicação do movimento em cena.

– Construção da personagem 

– Relação do movimento com o texto

Controlo da respiração diafragmática;

Relação entre a respiração diafragmática e intercostal;

Domínio da musculatura da glote;

Iniciação à Direção de atores (capacidade de resposta e adaptação do ator às indicações do diretor de atores);

Decisão do ator (ferramentas de cocriação com o diretor de atores e realizador e aprofundamento da construção da personagem com base na técnica vocal);

Monólogo versus diálogo (trabalho de turma sobre textos-portfolio à escolha dos atores para audições/castings);

Voz transposta (criação de personagem utilizando um ponto de partida da voz, distante da voz natural do aluno)

– Controlo da respiração diafragmática;

– Relação entre a respiração diafragmática e intercostal;

– Domínio da musculatura da glote;

– Colocação versus projeção;

– Projeção da voz falada nos três principais ressoadores: agudo, médio, grave;

– Domínio da dicção português padrão (exercícios de ritmo, intensidade, prolongamento das vogais, batimento das consoantes);

– Introdução ao texto poético (apropriação dos domínios da projeção e dicção na voz falada em personagem intermédia – sem construção de personagem)– Diálogo (apropriação dos domínios da projeção e dicção do português padrão confrontado com dinâmica de reação de discurso fluente)

Controlo da respiração diafragmática;

Relação entre a respiração diafragmática e intercostal;

 Domínio da musculatura da glote;

 Monólogo (iniciação à construção vocal de personagem: ritmo, intensidade, prolongamento das vogais, batimento das consoantes);

Monólogo (divisão de estrutura frásica utilizando os mecanismos de técnica vocal: tomada de decisão consciente sobre que palavras ou ideias sublinhar);

Diálogo (iniciação ao texto contemporâneo; apropriação dos domínios da técnica da projeção e dicção da voz falada na dinâmica do texto contemporâneo)

Como é que o actor se deve posicionar no mercado de trabalho?

Como promover a sua carreira, como apresentar-se aos Produtores e como lidar com a Imprensa?

Encontros com agentes de actores, stylist e responsável  pela promoção dos canais de televisão.

– A definição de filosofia ao longo da história.

– Géneros literários em filosofia.

– A emergência da filosofia aplicada.

– Da filosofia de vida ao aconselhamento filosófico.

– Os problemas filosóficos das pessoas.

– Métodos e técnicas filosóficas.

– Da educação para os valores ao código de ética do ator.

– A revolução da felicidade.

– As 17 personagens da felicidade (modelo de Morris).

– A hermenêutica cénica como trabalho de elaboração de sentido.

– Formação, ofício e filosofia do ator – mentira e verdade: Diderot, Rousseau e

Simmel.

– A “performance philosophy” e a arte da transfiguração: Nietzsche, Foucault e

Deleuze.

– A filosofia de Harrison Ford e Nicholas Cage.

– Instrumento Político;

– A informação e a contra-informação;

– O Entretenimento;

– A Ficção;

– A Telenovela: América Latina e Portugal;

– As Séries: Inglaterra e EUA;

– O Cabo;

– A Internet;

– O Streaming;

– As Novas Plataformas Digitais.

Os alunos terminam o seu curso de formação de actores, participando em todo o processo de ensaios e interpretação num filme original – escrito, ensaiado e filmado exclusivamente para cada turma.

– Teatro grego – tragédia, comédia, a Poética de Aristóteles;

– Idade Média e Renascimento – mistérios, autos e milagres;

– Commedia Dell ́Arte;

– O Teatro Isabelino;

– O Siglo d ́Oro;

– Teatro clássico e barroco;

– Teatro Burguês – Sec. XVIII;

– O Romantismo;

– Sec. XIX e início do Sec. XX – principais obras e autores da Europa e EUA;

– Naturalismo, realismo, simbolismo;

– As principais escolas de representação – a escola russa, inglesa e americana;

– O melodrama;

– Primeira metade do Sec. XX: as vanguardas artísticas;

– Segunda metade do Sec. XX – O teatro contemporâneo;

– A performance, o híbrido, o happening.

ESCRITA DE GUIÃO – tal como o nome indica os alunos escrevem, com a ajuda de um guionista, o guião do filme (curta/média metragem) que irá ser filmado no 2º semestre.

– Cinema Mudo;

– Cinema Russo;

– Expressionismo Alemão;

– Cinema Sonoro (vaudeville, o início do cinema narrativo);

– Cinema a cores;

– Actors Studio – Lee Strasberg e Kazan;

– Cinema Épico;

– Cahiers du Cinéma;

– Cinema de Autor – a importância do Realizador;

– Videoclips musicais;

– Cinema Contemporâneo;

– Cinema Português.

Espaço de aplicação prática de exercícios e técnicas em curso nas restantes disciplinas. Trabalho prático de alunos e professores, complementar a todas as restantes disciplinas práticas.

Os direitos e os deveres do actor. O que são os direitos conexos. Encontros com representantes do CENA-STE, DGA e Produtores de Televisão, Cinema e Conteúdos Digitais.

Conhecer e compreender a personagem do ponto de vista comportamental, cognitivo, atitudinal, emocional e social

Competências e estratégias emocionais e sociais na construção da personagem.

Processos e funções cognitivas envolvidas na criação e apreensão da personagem

Identidade: desafios do ator e possibilidade de criação de múltiplas personalidades

Protocolos

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